Professor de robôs: Entenda como se tornar um!

Os atendimentos em sites e e-commerces passaram por uma grande mudança, antes eram feitos pelos atendentes, ou em comércios menores, pelo próprio responsável pela página ou até mesmo o proprietário. Atualmente, eles são feitos pelos chatbots.

Já reparou que ao mandar uma mensagem para uma página, você normalmente tem opções de respostas, para que você possa obter um retorno mais rápido? Essas respostas são dadas pelos chatbots, que estão orientados para realizar o atendimento em relação aos problemas mais comuns dos clientes. Dessa forma, é possível ter um atendimento mais rápido e os clientes sempre com uma resposta para suas dúvidas.

professor de robôs

Mas por que estamos falando sobre chatbots, se o assunto deste artigo é como ser um professor de robôs? As respostas dadas pelos chatbots precisam ser ensinadas, e o profissional que faz todo esse trabalho é o professor de robôs. Esse é um profissional que está em alta no mercado, e nos próximos anos, será imprescindível para o atendimento de clientes.

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O que são os chatbots?

O chatbot é um software desenvolvido a partir de IA – Inteligência Artificial que consegue simular uma interação com o usuário, a partir de uma linguagem fluída e bem natural, através de aplicativos de mensagens instantâneas, como Facebook Messenger, Whatsapp entre outros.

professor de robôs

Ele foi desenvolvido para responder conversas a partir de mensagens de texto ou de áudio, quando essa opção estiver ativa. Os chatbots são conhecidos por outros nomes, como chatterbot, bot, IM bot, talkbot, agente interativo e Entidade Artificial de Conversação.

Foram projetados para interagir como um ser humano em uma conversa humana típica. Um chatbot típico é usado para dialogar com os usuários em um serviço ao cliente ou aplicativo de aquisição de informações. Os chatbots funcionam bem em aplicativos de vendas, marketing e atendimento ao cliente B2C

Entendendo o funcionamento dos chatbots

Os chatbots podem ser programados para responder a simples palavras-chave ou solicitações, ou para manter conversas complexas sobre tópicos específicos. Eles variam em complexidade, desde a recuperação de informações usando correspondências de palavras-chave até recursos de aprendizado ativo que fornecem respostas detalhadas e sugestões personalizadas baseadas em conversas anteriores.

O nível de complexidade é definido pelo responsável pelo sistema e programado pelo professor de robôs, que realiza todo o trabalho de ensinar os chats como devem ser comportar em diversos tipos de situação, e quais são as respostas mais adequadas para determinadas perguntas.

Muitos setores usam chatbots para melhorar ou otimizar o atendimento ao cliente e o comércio eletrônico. Considere estes aplicativos principais para chatbots:

  • Chatbots de atendimento ao cliente:  muitas empresas estão usando chatbots como primeiro contato quando os clientes precisam de ajuda. Em quase todos os setores, as empresas empregam chatbots para ajudar os clientes a navegar facilmente em seus sites, responder a perguntas simples e direcionar as pessoas para os pontos de contato relevantes.
  • Chatbots de comércio eletrônico:  empresas de varejo e provedores de telecomunicações usam os chatbots como um canal de interação adicional com seus clientes. O bot é projetado para levar os clientes através de um fluxo de processos linear para concluir solicitações ou transações.
  • Chatbots de assistentes virtuais:  assistentes pessoais como Siri, Cortana e Alexa aumentaram em popularidade à medida que seus benefícios se tornaram disponíveis e facilmente incorporados à vida cotidiana dos consumidores. As pessoas as usam para recuperar informações rapidamente, agendar compromissos e interagir com os recursos da casa inteligente.

Saiba qual o papel do professor de robôs nesse processo!

O principal desafio que as empresas enfrentam é na automatização desses robôs, para que eles possam seguir roteiros mais elaborados, aumentando a similaridade de uma conversa entre duas pessoas. Ele precisa se manter atualizado, para que a interação aconteça da melhor forma.

O papel de um professor de robôs é justamente ajustar toda essa comunicação, para torná-la cada vez mais natural, e com um diálogo muito maior. Os profissionais que atuam nessa área, possuem formação diversificada, no entanto, é muito comum que esses profissionais tenham a formação em Comunicação.

Para seguir na carreira, é necessário ter grande familiaridade com a língua, para que seja possível escrever e corrigir textos. No entanto, vai muito além disso. É importante ter noção de contextualização, interpretação de texto e linguagem, de uma forma geral.

É necessário entender o comportamento do cliente e entender quais são as suas necessidades, e em cada segmento, esse comportamento é diferente. Para criar o diálogo, a recorrência de compra, o que ele está buscando, como é a sua forma de busca, suas expectativas, precisam ser levadas em consideração.

A análise dos diálogos é essencial para a captação das percepções do cliente, e assim conseguir reverter antes que seja muito tarde, para conseguir entender a sua real necessidade. O início do processo, ou seja, do trabalho que precisa ser executado pelo professor de robôs, é a criação de uma árvore de decisão ou uma árvore de processos, que é o primeiro passo para o ensinamento.

A partir do primeiro passo, o processo de aprendizado fica mais simples, pois eles podem ser treinados a partir de NLP – Natural Language Processing ou NLU – Natural Language Understanding, além de outras habilidades que estão atribuídas aos robôs mais avançados.

Habilidades necessárias para ser um professor de robôs

Existem algumas habilidades que são necessárias para ser um profissional de ensino para robôs, confira a seguir:

  • Fluência em português;
  • Capacidade de entendimento das necessidades do cliente;
  • Habilidade com relacionamentos interpessoais;
  • Criação do tom de voz da marca;
  • Facilidade em criação de cenários variados;
  • Curioso e bem informado sobre as novidades de cada segmento;
  • Capacidade analítica e estratégica;
  • Conhecimento de técnicas de UX – User Experience e UX- W – User Writing
  • Ser apaixonado por tecnologia.